Hoje acordei com aquele aperto no peito que diz de mim o desencanto! Hoje a escrita sai-me com uma raiva incontida! Hoje apetece-me maldizer o caminho cuidadosamente escolhido das palavras sábias... pisar o risco dos momentos sóbrios, sorver avidamente a gota que transborda e ser apanhada com a boca na botija!
Hoje, suspensa a rota da dor, nem mesmo o brilho da seda me distrai o olhar ou sossega a alma!
Hoje quero sentir nas veias o pulsar da vida... intensa, sofrida e ser grito... mas SER!